FIV com doação compartilhada
de óvulos em Goiânia

Entenda a FIV com doação compartilhada de óvulos,
quem pode participar e os cuidados envolvidos.

Avaliação com a Dra. Mariana Costa Borges para conhecer as possibilidades da fertilização in vitro com doação compartilhada de óvulos, considerando sua saúde, sua reserva ovariana e seus objetivos reprodutivos.
Parte dos óvulos é doada.
Cada paciente segue com
o seu próprio tratamento.
O que é a FIV com doação compartilhada de óvulos?
Na doação compartilhada de óvulos, uma mulher que está realizando fertilização in vitro para tentar engravidar doa parte dos óvulos coletados para o tratamento de outra paciente. Nesse modelo, há compartilhamento de custos relacionados ao procedimento, conforme as condições do programa e as normas do Conselho Federal de Medicina.

O tratamento envolve estimulação dos ovários com medicamentos, acompanhamento por exames e coleta dos óvulos. Uma parte é destinada à própria paciente e outra à receptora, conforme o planejamento estabelecido. A fertilização acontece em laboratório, e os embriões de cada tratamento são acompanhados separadamente. A transferência para o útero pode ocorrer no mesmo ciclo ou posteriormente, de acordo com a indicação médica.
Ter boa reserva ovariana
é apenas uma parte da avaliação.
Quem pode participar da doação compartilhada?
A participação depende da idade, do histórico de saúde, dos exames e da avaliação da reserva ovariana, além dos critérios médicos e éticos para a doação. A indicação da própria FIV também precisa estar bem estabelecida.

Como parte dos óvulos será doada, é necessário avaliar se o compartilhamento é compatível com o planejamento reprodutivo da paciente. A quantidade destinada a cada tratamento e a conduta caso a resposta dos ovários seja menor que a esperada precisam ser esclarecidas antes do início.

A decisão deve ser voluntária e informada. Além das questões médicas, é importante conversar sobre o significado da doação, suas implicações e as expectativas envolvidas. O acolhimento psicológico pode ajudar nesse processo.
Compartilhar custos não
elimina a necessidade de um tratamento individualizado.
Custos, cuidados e expectativas na FIV compartilhada.
A doação compartilhada pode reduzir parte dos custos da FIV para a paciente que doa óvulos. Essa possibilidade depende da avaliação e das condições do programa. Não existe um percentual de redução que se aplique a todas as pessoas, nem se deve presumir que o tratamento será gratuito.
Antes de decidir, é importante compreender quais despesas estão incluídas, quais continuam sob responsabilidade da paciente e o que acontece se o compartilhamento não puder ser realizado.
O acompanhamento mantém os cuidados da FIV, incluindo avaliação dos riscos da estimulação ovariana e da coleta. As medicações, as doses e o momento da transferência são definidos individualmente.
Perguntas frequentes sobre a FIV compartilhada
  • 1. Quem pode participar de um programa de FIV compartilhada?
    O programa é destinado a mulheres que vão realizar seu próprio tratamento de fertilização in vitro e desejam doar parte dos óvulos coletados. Os critérios de seleção de doadoras incluem idade entre 18 e 35 anos, boa reserva ovariana e aprovação na avaliação médica e nos exames exigidos pelo programa.
    Essa avaliação considera o histórico de saúde, a investigação de infecções e os exames genéticos previstos, como cariótipo e pesquisa de traço falciforme. A participação depende da análise individual e da resposta esperada à estimulação ovariana. A decisão de doar é voluntária e deve ser tomada após o esclarecimento das condições do tratamento.
  • 2. A FIV compartilhada é gratuita ou tem um valor menor?
    A FIV compartilhada permite reduzir significativamente os custos do tratamento, mas não é gratuita. Nosso programa oferece modalidades com doação para uma ou mais receptoras, com valores diferentes para cada opção.
    O pacote inclui coleta de óvulos, fertilização in vitro, uma transferência de embrião, acompanhamento psicológico e honorários médicos para estimulação ovariana, coleta e transferência.
    Medicamentos, taxas de internação e anestesia, congelamento e manutenção de embriões e determinados procedimentos adicionais são cobrados separadamente, conforme a necessidade de cada caso.
  • 3. Quantos óvulos preciso doar e o que acontece se a coleta resultar em poucos óvulos?
    O programa prevê a doação de pelo menos 8 óvulos maduros para cada receptora. Esses números correspondem aos óvulos destinados à doação.
    Se forem obtidos menos de 8 óvulos maduros no total, os óvulos ficam destinados ao seu uso e é necessário pagar a diferença para o valor da FIV sem doação. Essa diferença também está prevista quando não se alcança o mínimo para o compartilhamento planejado e você decide utilizar todos os óvulos no próprio tratamento.
  • 4. Doar parte dos óvulos pode afetar minhas chances de engravidar?
    Essa decisão precisa considerar quantos óvulos ficarão disponíveis para a sua própria FIV. Ao doar parte deles, você terá menos óvulos para formar embriões destinados ao seu tratamento do que teria se utilizasse todos. Por isso, não é possível garantir que as oportunidades de tratamento serão iguais nas duas situações.
    Isso é diferente de afirmar que a doação esgota a reserva ovariana: as evidências disponíveis não sugerem esse efeito.
    A avaliação deve considerar sua idade, resposta à estimulação e planejamento reprodutivo. Nenhuma modalidade de FIV oferece garantia de gravidez, e o compartilhamento precisa fazer sentido para o seu caso.
  • 5. Vou conhecer a pessoa que receberá meus óvulos?
    No programa, a doação é realizada com sigilo entre doadora e receptora: a clínica não informa a uma a identidade da outra. A equipe organiza o processo e mantém os registros necessários ao acompanhamento médico.
    O sigilo e as condições da doação são esclarecidos antes do consentimento. A regulamentação brasileira também prevê situações específicas de doação entre familiares, que seguem condições próprias e não se confundem com o funcionamento habitual deste programa.
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